China está prestes a ser o primeiro país onde o e-commerce supera as lojas físicas

De acordo com dados do eMarketer, a China será o primeiro país onde o ambiente digital supera as lojas físicas, farmácias e todos os tipos de transações realizadas em ambientes físicos todos os dias

China está prestes a ser o primeiro país onde o e-commerce supera as lojas físicas

A China será o primeiro país onde o ambiente digital supera as lojas físicas, farmácias e todos os tipos de transações realizadas em ambientes físicos todos os dias.

As razões para essa mudança incluem o desenvolvimento tecnológico do país. Como por exemplo, os aplicativos amplamente utilizados que combinam compras com redes sociais e transações de grandes sites como o Alibaba.

Segundo dados da Trade International Administration, a agência reguladora dos EUA, as vendas online representaram 51% das transações de varejo da China nos primeiros dois meses de 2021, enquanto as operações da loja física representaram 49%.

O motivo de tantas compras online na China também está relacionado à própria história do país. Já que, no início dos anos 2000, os smartphones já substituíam os desktops e laptops. Além disso, os métodos de pagamento digital estavam anos-luz à frente do Ocidente.

A China concentrou mais da metade das vendas mundiais por meio do comércio eletrônico. Sendo esse feito resultado da infraestrutura, que garante que as entregas sejam realizadas rapidamente.

Outro fator relevante, são os superapps, que mesclam compras com redes sociais e plataformas Pinduoduo. Assim, o aplicativo conecta agricultores e distribuidores diretamente aos consumidores por meio de sua experiência de compra interativa.

Comparação entre China e outros países

Para entender essa questão, a Coreia do Sul ocupa é o segundo país no ranking de comércio eletrônico. Desse modo, alcançando 29% das vendas apenas por meio da mídia digital.

Já no Reino Unido, esse índice é de 28%, e a Europa é líder nesse segmento. Esses números são da consultoria eMarketer.

Segundo dados do eBit, no Brasil, a participação de mercado é de apenas 10%. No varejo farmacêutico, algumas grandes redes de lojas chegaram a comemorar o início da pandemia e chegaram a 5%.

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Marcus Bernardes Fundador

A Magia do Mundo dos Negócios – 2013

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