Especialista esclarece 5 mitos sobre daytrade

Carol Paiffer aponta como funciona o daytrade na prática e ensina a fazer operações diárias na Bolsa de Valores com conhecimento e equilíbrio

Em tempo de taxa Selic e juros cada vez mais baixos, o número de pessoas físicas cadastradas na B3 alcançou um patamar de cerca de 1.6 milhão em novembro de 2019, com um ingresso em média de 70 mil novos investidores todos os meses. Para um país como o Brasil, com uma população 209 milhões, isso representa apenas 0,76% do total. Já, em relação ao ano de 2009, em que somente 552 mil pessoas investiam individualmente na B3, significa um aumento de 187%.

Especialista em daytrade e CEO da ATOM Educacional, Carol Paiffer, observa que grande parte das pessoas físicas que investem na Bolsa de Valores, em geral, preferem daytrade, ou seja, operações diárias de compra e venda de ações. A atuação do profissional de DayTrader consiste em fazer a gestão de operações diárias na Bolsa de Valores durante 1 a 2 horas por dia, de qualquer lugar do mundo (via celular), podendo inclusive gerar uma renda complementar.

daytrade é uma forma de investimento muito comum em outros países, em especial, nos Estados Unidos em que metade das pessoas investe dessa forma. Porém, aqui no Brasil, ao ‘popularizar’, essa forma de investimento de renda variável foram levantadas dúvidas sobre seu funcionamento.

“Isso ocorre por uma questão de mindset e cultura dos brasileiros, que tem pouco acesso à educação financeira, não aprendem a lidar com dinheiro e crescem ouvindo que para investir é melhor seguir o que o gerente do banco orienta”, comenta a especialista. Com mais de 15 anos de experiência em mercado financeiro, Carol se dedica a transformar a vida financeira das pessoas por meio da educação qualificada, democrática e acessível.

Para desmistificar como é atuar com daytrade, Carol selecionou as 5 dúvidas que mais escuta nos cursos nas unidades de rede de franquia ATOM Educacional e em suas palestras pelo Brasil afora. Veja a seguir as respostas da especialista para cada uma delas:

1 – Quem investe na Bolsa de Valores fica rico com mais facilidade

Esse é um dos maiores mitos que existe sobre daytrade. Como toda atuação no mercado financeiro, as operações diárias na B3 só darão retorno para quem se dedicar a aprender.

É imprescindível obter conhecimento sobre a maneira adequada de comprar e vender ativos, ter determinação para acompanhar todas as variáveis que podem impactar cada tomada de decisão e, principalmente, não investir com capital próprio até ter certeza que está preparado para atuar com segurança.

2 – É muito arriscado. Perde-se muito dinheiro de uma única vez

O endividamento da população brasileira ultrapassou a taxa de 64% em novembro de 2019. As pessoas desconhecem como proteger seu dinheiro e fazer a gestão de riscos, tanto é que uma a cada quatro empresas abertas no Brasil fecha antes de dois anos de mercado. Ou seja, o daytrade, o empreendedorismo e tantas outras atividades que envolvem riscos tem o sucesso atrelado ao mindset de quem as realiza.

É por essa razão que na Atom Educacional os alunos aprendem primeiro sobre gestão de risco, treinam muito com simuladores, iniciam a operação com nosso capital e somente, depois de terem muita segurança e conhecimento, investem dinheiro próprio. Na prática, nós protegemos nossos daytraders deles mesmos.

3 – Nunca trabalhei com finanças, então, daytrade não é para mim

O daytrade é para qualquer pessoa que vá atrás de conhecimento adequado, estude muito, tenha determinação e, acima de tudo, respeite os limites da atividade. Parece complicado, mas na verdade não é. Eu ia fazer faculdade de moda antes de entrar para esse mercado!

Por isso, nosso propósito na Atom Educacional é compartilhar conhecimento para que as pessoas aprendam a lidar com dinheiro de uma forma natural. Consideramos que todo mundo precisa aprender sobre mercado financeiro para ter uma vida com equilíbrio para realizar sonhos e ter sucesso.

4 – É necessário ser rico para investir em daytrade

Se uma pessoa quer começar sozinha a investir na Bolsa de Valores, ela precisará ter dinheiro próprio, sendo inclusive possível investir quantias baixas como R$100,00. Entretanto, é mais indicado que primeiro a pessoa ganhe experiência em simuladores.

Na Atom Educacional, os alunos começam a operar com nosso capital e, assim, eles têm a possibilidade ganhar até 10 vezes mais do que ganhariam se investissem dinheiro próprio, isto é, até 80% de lucro. Trabalhar em time, com disciplina e conhecimento, permite sempre maximizar resultados.

5 – Daytrade é o investimento de renda variável mais arriscado do mercado

Investimento de renda variável, como o próprio nome sugere, é aquele que se sabe exatamente o lucro que proporcionará, pois não é baseado em um índice econômico. Assim seu rendimento pode variar conforme as oscilações do mercado e é exatamente aí que está o seu risco.

Para avaliar qual é mais arriscado, vale pensar em sua liquidez, ou seja, a agilidade que posso ter meu dinheiro em mãos diante algum fator. Vamos, por exemplo, ao investimento mais conservador desse tipo: a compra de imóveis. É mais seguro pois, salvo exceções, é raro perder todo o dinheiro investido, porém não tem liquidez.

Agora vamos à compra de ações na Bolsa de Valores à longo prazo, operação conhecida como “posição”. É a operação mais arriscada na Bolsa de Valores pois infinitas variáveis podem desvalorizar empresas literalmente do dia para noite ou em um fim de semana em que a Bolsa de Valores está fechada.

Em contrapartida, as operações diárias na Bolsa de Valores permitem que se compre barato ações que o mercado indica que podem se valorizar no mesmo dia e caso apresentem eventual queda, sejam rapidamente liquidadas.

*** Texto enviado pela assessoria da especialista

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