Pão de Açúcar dispara 9% com mercado avaliando ação como barata

As ações do Grupo Pão de Açúcar saltam quase 10%. Já as ações da Braskem dispararam 7,8% com novos rumores sobre venda pela antiga Odebrecht

Pão de Açúcar dispara 9% com mercado avaliando ação como barata
Loja do Pão de Açucar Minuto; Supermercado; compras; Aplicativo; celular Foto: Germano Lüders 02/07/2019

A ação do Pão de Açúcar (PCAR3) subiu mais de 9% nesta segunda-feira (12), liderando os ganhos do Ibovespa.

Embora não haja um novo motivo para a valorização das ações na segunda-feira, os corretores do mercado apontam que essa tendência pode ser explicada pelo fato de as ações estarem muito baratas na bolsa depois de serem derrotadas no início de março pelas ações da rede de lojas de atacado Assaí (ASAI3).

Além disso, na sexta-feira (9), a Leblon Equities disse em entrevista ao Brazil Journal que o valor justo da PCAR3 é de 73,50 reais. No entanto, o preço de transação da segunda-feira era de 36,70 reais, o que corresponde a um aumento de 100% frente aos preços atuais.

Nas últimas três semanas, o preço das ações da empresa subiu cerca de 50%. Isso é impulsionado ainda mais pela especulação de que a varejista pode reduzir sua participação no Cnova, e-commerce do grupo, por uma eventual venda de ativos. No entanto, o GPA negou a venda.

Braskem

Além do Pão de Açucar, a Braskem disparou em 7,8% com novos rumores sobre venda pela antiga Odebrecht, atual Novonor.

O Morgan Stanley também elevou a avaliação da empresa na segunda-feira e destacou que, ao contrário das expectativas do mercado para o final de 2020, o mercado petroquímico do banco em 2021 continuará aquecido.

Porém, o maior fator de influência foi a notícia do Brazil Journal. Já que, executivos e empresários do setor petroquímico afirmaram acreditar que a melhor forma de a Novonor monetizar suas ações é formando um consórcio com empresas internacionais e nacionais e investidores financeiros.

A Mubadala pode colocar os ativos da Braskem no Nordeste, segundo boatos que estão sendo discutidos nos bastidores do setor. Em São Paulo, Unipar e a belga Solvay podem se interessar pela petroquímica de Capuava. A Ultrapar poderá ter o polo petroquímico no Rio Grande do Sul, e a Petrobras, que divide o controle da Braskem com a Novonor, se ficará com o polo carioca.

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tag: Braskem, grupo Pão de Açucar, mercado financeiro, Odebrecht, Pão de Açúcar,

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Marcus Bernardes Fundador

A Magia do Mundo dos Negócios – 2013

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