Para se tornar o maior centro de compras online, Google pretende ser anti-Amazon

Como parte da estratégia Anti-Amazon, o Google irá ser menos restritivo e mais barato para os vendedores independentes

Para se tornar o maior centro de compras online, Google pretende ser anti-Amazon

O Google já tentou adaptar o modelo de negócio da Amazon para se tornar o maior centro de compras online, mas não obteve sucesso. Por isso, agora a empresa está investindo em uma estratégia anti-Amazon.

O Google está tentando ser mais barato para vendedores independentes com menos opções. Além disso, a empresa está empenhada em atrair tráfego para sites de fornecedores em vez de vender suas próprias versões de produtos, como a Amazon.

No ano passado, o Google aboliu as taxas cobradas dos comerciantes e permitiu que os vendedores listassem seus produtos nos resultados de pesquisa gratuitamente.

Parceria Google e Shopify

Além disso, a empresa também está trabalhando com o Shopify para facilitar o upload do estoque. Assim, as pequenas lojas independentes poderão anunciar o seu estoque de produtos para aparecer nos resultados de pesquisa e comprar anúncios no Google.

O Shopify atende 1,7 milhão de comerciantes que vendem diretamente aos consumidores.

Segundo o fundador da Marketplace Pulse, Juozas Kaziukenas, o Google é menos atrativo do que a Amazon. Uma vez que, a quantidade de bens que as pessoas compram no Google é pequena.

A Amazon é um elemento indispensável na vida de muitos americanos. A empresa utilizou o Google como ponto de partida para compradores. Além disso, o negócio de publicidade global da Amazon cresceu 30%, chegando a US $ 17,6 bilhões em 2020, atrás apenas do Google e do Facebook nos Estados Unidos.

Novas Oportunidades de Negócios

No entanto, como a pandemia induziu muitas lojas a buscarem alternativas online para os negócios, surgiu uma nova oportunidade para o Google atrair vendedores que se sentem desconfortáveis ​​em construir um negócio na Amazon.

Os vendedores costumam reclamar das taxas da Amazon, que podem ser representar um quarto de cada transação, sem incluir os custos de publicidade e o estimulo para o produto ter mais sucesso.

Além disso, não há relacionamento direto entre os comerciantes e clientes da Amazon, o que limita sua capacidade de se comunicar com os clientes e desenvolver negócios futuros.

Ademais, como tudo está contido no site da Amazon, é mais difícil criar uma identidade visual e experiência única que expressem a marca do vendedor.

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tag: compras online, e-commerce, google, marketplace,

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Marcus Bernardes Fundador

A Magia do Mundo dos Negócios – 2013

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