Pelando: startup de ofertas e cupons online fatura R$ 1 milhão por mês durante a pandemia

Pelando, plataforma de compartilhamento de promoções de lojas físicas ou virtuais, conta com cerca de 850 mil inscritos e direciona 48 mil pedidos por mês.

Pelando: startup de ofertas e cupons online fatura R$ 1 milhão por mês durante a pandemia
REPRODUÇÃO

O Pelando é considerado um Social Commerce movimentado por seus usuários. O principal objetivo é compartilhar as melhores promoções de lojas físicas ou virtuais, assim como informações sobre produtos e experiências de compra.

“Nossa plataforma possibilita que os consumidores troquem informações entre si e consigam tomar melhores decisões de compra. 90% das nossas ofertas são sugestões enviadas pelos próprios usuários”.

explica Guilherme Vieira, 28, fundador da startup Pelando, em entrevista a revista PEGN.

O nome da plataforma faz referência a descontos e promoções “quentes”.

Como começou?

Em 2015, Guilherme Vieira descobriu a Pepper.com, empresa internacional de plataformas de comunidades de compras, presente em 11 países. Desde então, o empreendedor se interessou pelo modelo de negócio e decidiu investir na ideia no Brasil.

“Foi tudo muito rápido. Comecei a conversar com o pessoal da Pepper sobre trazer ela para o Brasil e quinze dias depois tinha pedido demissão e estava na Alemanha, na sede deles, para fechar a sociedade. Um mês depois, em outubro de 2015, a empresa investiu R$ 1,7 milhão na gente e lançamos a plataforma no Brasil”

conta Vieira em entrevista a Revista PEGN.

No primeiro mês após o lançamento, o site da startup ainda não apresentava bons resultados em tráfego. No entanto, quando a empresa decidiu investir em influenciadores digitais na Black Friday de 2015, o número de acessos emplacou simultaneamente.

Desde então, a Pelando vem crescendo e atualmente conta com cerca de 850 mil inscritos e direciona 48 mil pedidos por mês.

Startup Pelando

O cadastro na plataforma é gratuito e, a partir dele, os usuários podem interagir dentro da comunidade. Principalmente, com sugestões de ofertas, comentários no site ou avaliação das promoções.

A maior parte das ofertas são enviadas pelos usuários e a equipe verifica se elas estão dentro dos critérios necessário

Além disso,  a receita da startup vem da comissão de vendas de algumas das lojas que têm suas ofertas publicadas na plataforma e o percentual ganho pela startup varia de acordo com cada marca e  produto.

“Quando a pandemia começou no Brasil, no começo de 2020, eu tinha acabado de voltar da Alemanha. Na época, a situação lá estava bem mais grave e, por isso, me assustei e achei que a gente ia quebrar”, conta o empreendedor. “Mas o oposto acabou acontecendo. Graças ao crescimento do e-commerce durante o isolamento social, o número de usuários aumentou em pelo menos 30% e as vendas dobraram. Quando vimos, estávamos faturando R$ 1 milhão por mês”.

conta Vieira em entrevista a Revista PEGN.

*Com informações da Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios

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Marcus Bernardes Fundador

A Magia do Mundo dos Negócios – 2013

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