Santo de casa e de fora de casa fazem “milagres”, sim!

Caras/os amigas/os leitoras/es, cá estamos nós vivendo um novo ano, mas com notícias ainda mais alarmantes e preocupantes do que em 2015. Somos sim, otimistas e vamos dar tudo de nós para reverter isso. Para encontrar caminhos para minimizar ou mesmo transformar efeitos da crise em ações de sucesso.

Eu mesmo estou fazendo isso, investindo numa empresa literária e que busca preencher espaços e deficiências do mercado. E eu acredito naquela velha história de transformar a palavra crise em CRIE ou CRI$E.

Mas há também um ditado que diz: “Santo de casa não faz milagres”. A frase refere-se ao fato de que por mais especialistas que sejamos num determinado assunto ou profissão, acabamos por ser relapsos quando precisamos usar nossa expertise para resolver nossos próprios problemas.

Pois é neste ponto que quero chegar! Na sua empresa, assim como nas outras, há um clima de incerteza, de preocupação, talvez até de medo. O símbolo de mais (+) cedeu espaço para o de igual (=) e/ou o de menos (-).

Mas é preciso entender que se você, como gestor, está vivendo esse clima de preocupação, a sua equipe também está passando por situação semelhante: há incerteza, preocupação e medo!

Portanto, essa é a hora de você estar próximo da sua equipe, do seu grupo de trabalho! Não adianta nada a alta cúpula da empresa se trancar no último andar do prédio, para discutir e definir estratégias e ações que serão tomadas, se nos andares de baixo do prédio, ou mesmo na fábrica, o “fantasma” da crise e da demissão ronda o ambiente!

Jogue limpo com o seu time! Nisso o futebol deixa grandes lições! Quando eu ainda era repórter esportivo, acompanhei partidas memoráveis. Mas sabe como os técnicos e os assistentes diretos das equipes que venciam campeonatos agiam?

Eles estudavam os adversários, que podemos chamar de crise, avaliavam seus pontos fortes e fracos, que seria estudar os cuidados que se deve ter e as oportunidades de novos negócios e redirecionamentos que a crise apresenta.

E aí vem o ponto mais importante: em poder de todas essas informações, o técnico e seus assistentes, que comparativamente representam na estrutura corporativa o presidente e seus diretores e gerentes, conversavam, conscientizavam e preparavam os jogadores, que são os funcionários, a estarem firmes e fortes para vencer a partida; para vencer a crise! Ou você imagina virar o jogo sem contar com a força de trabalho dos seus funcionários?

Que fique então esse alerta num momento em que, de forma metafórica, o juiz acaba de apitar o início do jogo. Ou seja, estamos ainda no início do ano.

Claro que você precisa motivar essa equipe através da contratação de palestrantes, especialistas, de gente que enxerga que metade do copo está cheio, quando a grande maioria só vê metade de um copo vazio!

Mas você que é gestor não pode fugir da sua responsabilidade de estar perto do seu grupo e equipe de trabalho! De mostrar com clareza o cenário que se apresenta para os meses futuros, independentemente de qual seja. De falar a verdade!

É em você que o funcionário confia! Faça valer o seu papel de líder!
Assim, podemos mudar o velho ditado e dizer:
“Santo de casa e de fora de casa fazem ‘milagres’ sim!”

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Elias Awad

Biógrafo e palestrante. Especializou-se em escrever biografias dos principais empreendedores brasileiros. Atualmente, escreve seu 20º livro.
Entre suas obras estão as biografias de Samuel Klein (Casas Bahia), Oscar Schmidt, Celso Moraes (Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau), Mr. Fisk (Escolas Fisk e PBF), Affonso Brandão Hennel (Semp Toshiba), entre tantas outras.

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Marcus Bernardes Fundador

A Magia do Mundo dos Negócios – 2013

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